Conciliação financeira em três vias

Entenda como a TriaNexa cruza vendas do ERP ou PDV, informações da adquirente e créditos bancários para conferir valores, taxas MDR, agenda de recebíveis e exceções sem substituir as fontes originais.

Três fontes, três perguntas

A conciliação em três vias não depende de um único identificador universal. Ela cruza sinais da operação e mantém a evidência de como cada correspondência foi formada.

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ERP ou PDV

Registra o que foi vendido: loja, data e hora, valor, forma de pagamento, parcela e referência interna.

Pergunta: o que aconteceu na operação?
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Adquirente

Informa o que deve liquidar: NSU, TID quando disponível, lote, taxa aplicada, parcelas, agenda e valor líquido.

Pergunta: o que foi capturado e programado?
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Banco

Confirma o que entrou no caixa: data do crédito, valor, conta, histórico e referência do lançamento, quando houver.

Pergunta: o que chegou ao caixa?

Qual é a chave comum entre as três vias?

Não existe um identificador universal que apareça, com o mesmo formato, no ERP, na adquirente e no banco. O denominador comum é uma combinação de contexto, identificadores e valores, com força de evidência registrada em cada correspondência.

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  • 1. Contexto da operaçãoTenant, CNPJ operacional, loja, adquirente, bandeira, período e modalidade reduzem o universo antes do cruzamento.
  • 2. Identificadores fortesNSU, TID, código de autorização, número do lote, parcela e referência interna são priorizados quando a fonte os fornece.
  • 3. Confirmação financeiraValor bruto, taxa MDR, valor líquido, quantidade de parcelas, data prevista e data efetiva confirmam se a relação faz sentido.
  • 4. Evidência e revisãoUma correspondência sem sinal suficiente não é promovida a certeza: fica pendente, com os campos faltantes e a próxima ação.

Como uma venda vira uma correspondência

O sistema começa pela loja e pelo período, normaliza os registros e aplica uma ordem de evidências. Quando uma fonte não traz NSU, lote ou referência equivalente, a relação é marcada para revisão em vez de ser tratada como certeza.

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    Receber e organizar

    Arquivos ou conexões autorizadas entram separados por tenant, CNPJ operacional e loja. O registro bruto é preservado para auditoria.

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    Encontrar sinais em comum

    A busca prioriza NSU, TID, código de autorização, lote, parcela e referência interna. Data, valor, bandeira e loja ajudam a confirmar o contexto.

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    Conferir o financeiro

    A adquirente é comparada ao contrato e à agenda; depois o recebível é relacionado ao crédito bancário observado, considerando tolerâncias configuradas.

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    Explicar o resultado

    Cada linha fica como conciliada, pendente ou divergente, com fontes, regra aplicada, causa provável e próxima ação para o responsável.

O que pode exigir revisão humana

A conciliação organiza e evidencia o trabalho; ela não inventa uma chave que a fonte não enviou. O resultado deve respeitar o layout recebido, o período analisado e as regras acordadas com a operação.

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  • Um único crédito bancário pode liquidar várias vendas ou parcelas; nesse caso, a relação precisa ser explicada por lote, agenda e composição de valores.
  • Datas de venda, captura, previsão e crédito não são equivalentes. Atrasos, finais de semana e feriados devem ser tratados como contexto, não como divergência automática.
  • Pix, débito, crédito à vista e parcelado podem trazer referências diferentes. O método aplicado precisa ficar visível para o analista.
  • Sem contrato, extrato ou identificador suficiente, a TriaNexa sinaliza a falta de evidência e não promete uma conclusão financeira.

O que o time consegue responder

A plataforma não promete que toda transação será identificada sem revisão. Ela transforma uma investigação espalhada em uma trilha verificável.

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  • Qual venda originou o recebível e qual crédito bancário foi relacionado.
  • Se a taxa cobrada corresponde ao contrato vigente e qual diferença foi observada.
  • Quais registros precisam de documento, ajuste de cadastro ou contato com a adquirente.

Exemplos e explicações desta página são educacionais. A correlação final depende dos dados fornecidos, do layout da fonte, da configuração de tolerâncias e da validação do responsável financeiro.